Inovação

Espelho inteligente deteta problemas de saúde pelo rosto do utilizador

O espelho poderá ser uma ferramenta de deteção de problemas de saúde em breve. Um consórcio europeu está a desenvolver o Wize Mirror, capaz de analisar o rosto do utilizador e encontrar sinais de doenças.É um passo na direção da medicina preventiva e que pode ajudar a diminuir o alcance de doenças crónicas, por exemplo. O Wize Mirror está a ser desenvolvido por parceiros de sete paises europeus. O gadget será capaz de detetar no rosto sinais de ataques e doenças cardíacas, dois dos principais problemas de saúde do mundo. A deteção precoce pode ajudar a salvar vidas e a reduzir custos no tratamento destas doenças crónicas, explica a Discover Magazine.O Wize Mirror quer recolher toda a informação sobre o utilizador num piscar de olhos: as câmaras documentam as alterações produzidas no rosto, a cada dia que passa. O objetivo é detetar indícios de stress, ansiedade ou doenças e as imagens podem ser usadas para avaliar o nível de oxigénio no sangue e o batimento cardíaco. Um scan 3D do rosto mostra ainda se o utilizador ganhou ou perdeu peso e um sensor pode analisar o hálito para detetar hábitos como fumo ou álcool e determinar qual o risco para...

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Cientistas criam chocolate especial para ajudar a concentração

Um grupo de investigadores desenvolveu uma nova receita de chocolate negro, que fornece uma dose de energia extra ao cérebro. E promete ser melhor que café. Sabe aquele "período de quebra" durante a tarde em que parece impossível manter-se concentrado? De acordo com um estudo recente citado pelo Daily Mail, um quadrado de chocolate negro pode aumentar significativamente os níveis de atenção e alerta. E na sequência desta descoberta, o professor Larry Stevens, da Universidade Northern Arizona, em conjunto com a sua equipa, decidiu desenvolver uma nova tablete de chocolate que ajuda não só a "dar um impulso de atenção" mas também a manter baixa a tensão arterial - sabe-se que o chocolate é um "vasodilatador", ou seja, que a longo prazo "alarga os vasos sanguíneos e reduz a tensão arterial", pode ler-se no mesmo jornal. Para a investigação, recrutaram 122 pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 25 anos de idade. Foi-lhes feito um electroencefalograma enquanto realizavam exercícios de memória e raciocínio, para provar se, de facto, comer chocolate afetava a atividade cerebral. A dose de chocolate foi atribuída de acordo com o peso dos voluntários e estava embalada de forma a que não conseguissem ver o que estavam a...

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Cientistas terminam com as lágrimas causadas pela cebola

Já é possível cortar uma cebola sem sentir os olhos a arder e acabar por chorar. Investigadores da empresa japonesa House Food Group conseguiram fabricar uma "cebola sem lágrimas". Modificada quimicamente, ela não provoca efeito nos olhos. Quando cortamos uma cebola, normalmente os olhos ardem e acabamos por verter lágrimas porque os seus componentes reagem e formam gases, especialmente o propanetial-S-óxido. Em contato com a humidade dos olhos, a substância forma uma solução (muito diluída) de ácido. O organismo reage, produzindo mais água para limpar esse ácido. Enzima fraca - A cebola modificada feita pelos japoneses não causa essa ardência porque uma das enzimas que produz a substância propanetial-S-óxido está enfraquecida. Em 2013, a mesma equipa venceu o prêmio Ig Nobel de química por ter desvendado o mecanismo que faz a cebola provocar lágrimas. Neste estudo, publicado em 2012 na prestigiada revista Nature, os investigadores já afirmavam que seria possível modificar cebolas e criar uma versão que não causasse lágrimas. A cebola sem choro ainda não tem previsão de ser comercializada. Enquanto isso não acontece, um dos melhores métodos para não chorar ao cortar a cebola é colocá-la no congelador antes de cortá-la, pois isso diminui a velocidade com que...

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Livro filtra água contaminada e torna-a potável

Cientistas americanos criaram um "livro bebível" - “Drinkable Book” - com páginas quimicamente alteradas capazes de tornar água contaminada em água 99,9% pura. Uma equipa da Carnegie Mellon University nos Estados Unidos, testou o livro em África e relatou como cada página - contendo nano partículas metálicas bactericidas - tornou água poluída de esgoto, tão segura como água da torneira nos Estados Unidos. A designer, Theresa Dankovitch teve esta ideia enquanto estudava as propriedades do papel. Muito embora as propriedades bactericidas da prata já fossem conhecidas, Dankovitch diz que ainda ninguém tinha pensado em colocá-las no papel. Cada página pode purificar até 100 litros de água e um livro inteiro pode purificar o abastecimento de água de uma pessoa durante um ano inteiro. Tudo o que é necessário é um dispositivo de fixação no qual as páginas devem ser encaixadas. Dankovitch apresentou os resultados dos ensaios que conduziu em África e no Bangladesh na reunião da American Chemical Society. "Em África, quisemos ver se os filtros iriam resultar em "água de verdade", e não em água contaminada propositadamente no laboratório" citou o jornal Huffington Post. "Um dia, enquanto filtrávamos água ligeiramente contaminada de um canal de irrigação, trabalhadores locais levaram-nos até...

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UTAD aposta em “jardins terapêuticos” para cura física e mental

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), através do curso de Arquitectura Paisagista, está a realizar estudos com vista à implementação de “jardins terapêuticos” em espaços hospitalares e instituições sociais, procurando demonstrar a sua mais-valia na promoção da saúde do bem-estar físico, social e psicológico dos utentes.   Segundo Frederico Meireles, docente e investigador da UTAD, “as áreas residenciais com jardins de proximidade, têm provado ter menor ocorrência de problemas mentais, promovendo a interacção social e o sentimento comunitário, oportunidades de escape às actividades diárias exigentes e espaços para exercício físico, bem como oportunidades para restauração mental e alívio do stress, e também nesta medida, as zonas urbanas próximas dos espaços verdes são mais seguras e menos propensas à violência e ao vandalismo”. É justamente a vocação dos parques e jardins para a regeneração mental e física do ser humano que vem merecendo a atenção da UTAD, procurando-se com a sua implementação ver provada uma eficiente redução dos custos com a saúde e segurança das sociedades urbanas. O interesse por esta linha de investigação na UTAD foi iniciado pela docente e arquitectos e restaurativos, utilizando como caso de estudo o campus do Hospital Pedro Hispano, no Porto. Trabalhos e...

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Desenvolvido tablet para deficientes visuais

Uma empresa austríaca apresentou o primeiro tablet em braile, usando uma tecnologia que cria relevo tátil para mostrar gráficos e mapas para deficientes visuais e pessoas com visão reduzida. A tela do Blitab cria pequenas bolhas líquidas para gerar texto ou imagens em braile e relevo tátil, enquanto a tecnologia correspondente permite que arquivos de textos sejam convertidos em brailes a partir de pen-drives, browsers ou etiquetas NFC. A fabricante, Blitab Technology, afirma que a tecnologia “revolucionária” pode inaugurar a era digital para os deficientes visuais. A empresa planeia ainda desenvolver um smartphone em braile, como próximo passo. “Criamos o primeiro tablet tátil para deficientes visuais”, afirma Slavi Slavev, diretor de tecnologia e cofundador da Blitab Technology. “O que estamos a fazer é criar uma tecnologia completamente nova que produz braile de forma inédita sem qualquer elemento mecânico”. Outros aparelhos atualmente no mercado são mecânicos e permitem que apenas uma linha de braile seja gerada de cada vez. Eles também custam o triplo do Blitab, que custará cerca de 2 500 euros. “Atualmente, existem soluções que são extremamente caras”, afirma Slavev. “Esses aparelhos foram desenvolvidos há 40 anos e, como ninguém ofereceu qualquer inovação desde então, isso é tudo o que...

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Destilaria japonesa vai envelhecer whisky no espaço

Uma destilaria japonesa vai enviar várias amostras de whisky para o espaço para envelhecerem durante vários anos na Estação Espacial Internacional (EEI), esperando desenvolver uma bebida mais suave, informou hoje o jornal Asahi. O grupo japonês de bebidas Suntory enviará a bebida a bordo de uma nave espacial de carga não tripulada HTV5, também denominada "Konotori 5". No total, seis tipos de whisky produzidos pela destilaria nipónica serão enviados para a EEI, entre as quais constam amostras de dez, dezoito e vinte um anos e ainda alguns licores que não tenham sido submetidos ao processo de envelhecimento. Os compostos mudarão a bordo da estação espacial durante vários anos antes de regressarem à Terra, disse o fabricante. Por não haver gravidade no espaço, a influenciar a mistura dos fluídos, as moléculas da água e do álcool poderão juntar-se mais facilmente proporcionando à empresa a hipótese de obter um whisky de sabor mais suave no seu retorno. Uma vez que o objetivo do projeto é apenas aprender a desenvolver um whisky mais suave, a Suntory disse ao jornal japonês que a bebida envelhecida no espaço não será vendida ao público. Fonte: DN Siga as Clínicas BodyScience no Facebook e subscreva a nossa...

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Investigadores revolucionam fabrico de perfumes

O novo método de fabrico de perfumes é mais rápido e mais económico, e já chegou aos ouvidos de algumas das maiores empresas mundiais. Uma investigação com selo da Universidade do Porto para fabricar perfumes de forma mais rápida e económica poderá revolucionar a perfumaria mundial, assume o investigador, que ganhou o prémio da melhor tese europeia de Design de Produto e Engenharia. O sucesso da tese de doutoramento de Miguel Teixeira, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, não demorou a chegar aos ouvidos das maiores empresas de sabores e aromas do mundo, como a consagrada casa de perfumaria Givaudan (Suíça) ou da International Flavors & Fragrances (IFF), que há 100 anos investigam o setor de perfumaria e dominam o mercado da formulação de fragrâncias a nível mundial. Questionado pela Lusa sobre o que pode mudar no mundo da perfumaria com as novas descobertas, o investigador explica que um dos principais objetivos residiu no "desenvolvimento de técnicas e metodologias de estandardização de processos que a nível da indústria de sabores e armas são ainda governados pelos perfumistas, pela arte e pelo conhecimento empírico" e que podem vir a permitir a formulação de novas fragrâncias de elevada performance, como...

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Gotas oftálmicas podem tratar cataratas sem cirurgia

As gotas oftálmicas podem vir, no futuro, a substituir a cirurgia no tratamento das cataratas, doença que leva a um embaçamento progressivo da visão e que pode mesmo conduzir à cegueira total, concluiu um novo estudo desenvolvido por investigadores norte-americanos. Habitualmente, as cataratas, que provocam uma opacidade parcial ou, por vezes, total do cristalino, estrutura localizada "atrás" da íris no olho humano, resultam de uma acumulação anormal de proteínas causadas por fatores que vão da idade à diabetes, afetando milhões de pessoas em todo o mundo e sendo responsáveis por mais de metade dos casos de cegueira. Para descobrir de que forma poderia ser possível evitar esta acumulação de proteínas e manter o cristalino transparente, os cientistas da Universidade da Califórnia - San Diego, nos EUA, analisaram os genes de duas famílias cujos membros sofriam de cataratas desde o nascimento. Os investigadores descobriram que, em todos os familiares, existiam mutações num gene envolvido na produção de uma pequena molécula chamada "lanosterol". Em olhos saudáveis, esta molécula ajuda a prevenir a acumulação de proteínas que conduz às cataratas, mas em situações anormais como a destas famílias esta prevenção não é eficaz, levando ao aparecimento da doença. A equipa decidiu, então, estudar...

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Diabetes: Laser que mede glicose pode substituir picadas

Um novo sensor laser que controla os níveis de glicose no sangue de forma não-invasiva pode vir a transformar as vidas de milhões de pessoas com diabetes. A invenção, desenvolvida por um grupo de investigadores britânicos, tem potencial para se constituir como uma alternativa simples e indolor às incómodas picadas no dedo que fazem parte do dia-a-dia dos pacientes de todo o mundo. Da responsabilidade de uma equipa da Faculdade de Engenharia da Universidade de Leeds, em Inglaterra, coordenada pelo investigador Gin Jose, a nova tecnologia utiliza um pequeno dispositivo com lasers incorporados que medem os níveis de glicose sem penetrar na pele, proporcionando uma monitorização contínua. Em comunicado, Jose e os colegas explicam que a solução "pode melhorar a vida de milhões de pacientes ao tornar possível um controlo constante da glicose sem a necessidade de um implante". A ferramenta pode, também, ser útil para os profissionais de saúde, já que é uma alternativa "simples e barata" aos métodos atuais (quer picadas no dedo, quer dispositivos de monitorização invasivos que funcionam com sensores implantados e têm de ser substituídos regularmente). "Ao contrário dos sistemas convencionais, esta tecnologia não-invasiva consegue monitorizar, constantemente, os níveis de glicose. Além de substituir as...

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