Qual é o óleo mais saudável para cozinhar?

Conheça os diferentes tipos de óleos alimentares e faça a escolha mais saudável

óleo mais saudável
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O óleo mais saudável para cozinhar, na verdade, não é exatamente um óleo. Em bom rigor, o mais saudável dentro das gorduras alimentares será sempre o nosso velho e conhecido: azeite. Especialmente nas versões virgem e extra virgem. Contudo, nem sempre este é a opção mais económica e, para utilização em grandes quantidades, é natural que por vezes optemos por substituí-lo por um óleo vegetal de menor custo.

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Se não cairmos no exagero, não há qualquer problema. Mas, com tantos óleos disponíveis no mercado, qual escolher? Contamos-lhe tudo.

Diferentes tipos de óleo vegetal: 5 opções que deve conhecer

São muitas as opções de óleos alimentares disponíveis no supermercado. São também muitas as informações erradas em torno de cada um deles. Alguns são anunciados como o óleo mais saudável quando, na verdade, não o são. E outros há, que até não são muito nocivos para a saúde, mas que ética e sustentavelmente deixam muito a desejar. Explicamos o que são e como se obtêm alguns dos óleos vegetais mais comuns e qual, afinal, a sua posição no campeonato da busca pelo óleo mais saudável.

Óleo de girassol

O óleo de girassol é extraído da semente desta planta. Em termos nutricionais é um óleo mais saudável já que contém muitas gorduras boas. Ainda assim, há diferentes tipos de óleo de girassol que variam conforme as sementes de onde é obtido e o processo de extração utilizado. Deverá sempre consultar o rótulo para melhor perceber o tipo de óleo de girassol que tem em mãos. Evite aqueles que sejam mais processados e prefira os que mencionem ser ricos em gorduras monoinsaturadas (altos oleicos).

Óleo de soja

O óleo de soja é obtido a partir do feijão de soja. As polémicas atribuídas a este tipo de óleo prendem-se sobretudo com as modificações genéticas efetuadas nas plantas que lhe dão origem. Ainda que alterações genéticas nem sempre tenham um impacto negativo cientificamente comprovado, a verdade é que, para muitos consumidores, este tema é um bicho de sete cabeças. Facto é que este óleo é pouco resistente às altas temperaturas, não sendo recomendado para fritar.

Óleo de canola

O óleo de canola foi desenvolvido no Canadá, nos anos 60, através da alteração de uma planta chamada colza. O seu nome resulta da junção de “Can” (Canadá) com “ola” (óleo). Por ser extraído de uma planta modificada, levantam-se muitas questões quanto à sua segurança. Altos organismos da América do Norte atestam que se trata de um óleo seguro para consumo humano. De entre os óleos vegetais, é referido como um dos óleos mais saudáveis, por ter baixo teor de gorduras saturadas. É também o terceiro óleo mais consumido no mundo.

Óleo de coco

O óleo de coco, obtido a partir do fruto do coqueiro, tem aplicações que vão muito além da alimentação. Apesar de muito referido como óleo mais saudável para consumo alimentar, e até como tendo a capacidade de reverter o colesterol e outros pequenos milagres, não é tudo o que promete. É um óleo muito rico em gorduras más, as saturadas, e o seu consumo deve ser moderado. Ainda assim, é um ingrediente muito saboroso e indispensável na preparação de vários pratos. Prefira óleo de coco virgem.

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Óleo de palma

O óleo de palma é extraído do fruto da palmeira. É um óleo rico em gorduras saturadas mas, se consumido de forma moderada, não aumenta o risco de doenças cardiovasculares. A polémica em torno dele não se prende tanto pelo que é enquanto produto alimentar mas, sim, pelo que implica a sua produção. As plantações que fornecem a indústria deste óleo têm um enorme impacto ambiental. Por todo o mundo se tem assistido ao dizimar de florestas e fauna autóctones para dar lugar a extensas plantações de palmeiras. Espécies como o orangotango, o elefante, o tigre ou o rinoceronte asiático, correm sérios riscos nestas regiões.

Qual é afinal o óleo mais saudável?

Acima de tudo, será importante que a utilização de óleo na alimentação se faça de forma cuidada. O mais importante é que controlemos as quantidades ingeridas e que variemos o óleo utilizado. Depois, que não o aqueçamos de forma exagerada. O sobreaquecimento dos óleos leva a que as suas propriedades se alterem e estes se tornem nocivos. E, por fim, que não os reutilizemos. Ainda que sobre óleo de uma fritura, é recomendável que não voltemos a usá-lo.

Não havendo intolerâncias alimentares ou sensibilidade aos seus componentes, de entre os acima referidos, o óleo mais saudável será o óleo de girassol. Desde que não refinado e rico em gorduras monoinsaturadas. Da mesma forma, parece ser também aquele que apresenta menor peso ético na sua produção. Não implicando o mesmo tipo de impacto negativo no ambiente que o óleo de palma, por exemplo, nem as modificações genéticas que deixam a desejar quanto ao óleo de soja.

Contudo, lembre-se que no que toca a gorduras alimentares, o azeite é aquela à qual se atribuem os maiores benefícios. E que, o uso de óleo na alimentação, deverá ser uma exceção e não a regra.

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